Existe algo que nos une e identifica como raça: a humanidade. É uma empatia natural de um ser humano por outro. É um sentimento, uma condição que independe de cultura, de valores, de religião, de educação...
Incapaz de se colocar no lugar de um filho, de sentir o desespero de um pai ou a dor de uma mãe, o assassino de Bryan não é humano.
Alguns vão dizer que é uma vítima da sociedade. Que não teve escolha. Mas, será que se ele soubesse que após o crime o esperava a cadeira elétrica ou o paredão, será que, mesmo assim, ele teria escolhido puxar o gatilho? (Aposto que não!)
Aproveitem vocês que protestam nas ruas e marchem agora pela reforma desse Código Penal nocivo, que favorece criminosos, que desampara a sociedade e que banaliza a violência.
Gritem por penas mais duras, pelo fim das progressões!
Digam que as pessoas de bem não toleram mais a impunidade, a injustiça!
Pois quem não fala se omite! E quem não age pelos bons é cúmplice dos maus.
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