O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta
segunda-feira, 18, que o governo pode trazer outro grupo de médicos de Cuba
para atuar no Brasil. De acordo com Padilha, o principal objetivo é alcançar a
meta de ter 13 mil profissionais (brasileiros ou estrangeiros) atuando no
Programa Mais Médicos até março de 2014, o que supriria a demanda das cidades
inscritas.
"O que move o Ministério da Saúde é garantir atendimento aos
milhões de brasileiros que vivem em cidades ou bairros que hoje não têm
médicos", afirmou, após participar de aula inaugural do curso de
preparação destinado a 300 médicos cubanos em São Paulo.
Os profissionais fazem parte de um grupo de 3 mil cubanos que desembarcaram no País nas últimas duas semanas para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Mais Médicos.
Os profissionais fazem parte de um grupo de 3 mil cubanos que desembarcaram no País nas últimas duas semanas para ocupar vagas ociosas da segunda etapa do Mais Médicos.
Outros recém-chegados recebem treinamento em Brasília, Belo Horizonte,
Fortaleza e Vitória. Com o novo grupo, o número total de médicos do programa
passa de 6 mil.
Padilha afirmou que, na primeira semana de dezembro, será aberto a profissionais formados no Brasil e no exterior o edital de inscrição para a terceira etapa do programa.
Padilha afirmou que, na primeira semana de dezembro, será aberto a profissionais formados no Brasil e no exterior o edital de inscrição para a terceira etapa do programa.
"Muitos médicos brasileiros se formam no mês de dezembro, então,
temos uma expectativa positiva. Mas, se for necessário, nós vamos ampliar, sim,
o número de médicos da parceria com Cuba", disse.
Ele acrescentou que o interesse não se restringe a Cuba. "Primeiro, vamos ver como será a participação dos médicos brasileiros nessa nova etapa. Se for preciso, nós recorreremos a Cuba e a outros países para garantir a meta de 13 mil médicos. O Ministério da Saúde não vai ficar de braços cruzados. Vamos atrás de qualquer país", afirmou.
Segundo Padilha, os cubanos recém-chegados encontram um ambiente mais tranquilo do que os primeiros participantes vindos da ilha caribenha.
Ele acrescentou que o interesse não se restringe a Cuba. "Primeiro, vamos ver como será a participação dos médicos brasileiros nessa nova etapa. Se for preciso, nós recorreremos a Cuba e a outros países para garantir a meta de 13 mil médicos. O Ministério da Saúde não vai ficar de braços cruzados. Vamos atrás de qualquer país", afirmou.
Segundo Padilha, os cubanos recém-chegados encontram um ambiente mais tranquilo do que os primeiros participantes vindos da ilha caribenha.
"Cada vez mais a população
brasileira e mesmo os meus colegas médicos percebem que o programa só leva
estrangeiros para os postos de saúde onde não conseguimos médicos brasileiros
suficientes para preencher as vagas solicitadas", disse.
São Paulo
Dos 3 mil cubanos que participam da segunda etapa do Mais Médicos, 216 trabalharão no Estado de São Paulo. O ministro da Saúde revelou que ainda haverá reuniões com prefeitos e secretários para definir a distribuição desses profissionais.
São Paulo
Dos 3 mil cubanos que participam da segunda etapa do Mais Médicos, 216 trabalharão no Estado de São Paulo. O ministro da Saúde revelou que ainda haverá reuniões com prefeitos e secretários para definir a distribuição desses profissionais.
"Lugares com mais pessoas que dependem do SUS (Sistema Único de
Saúde) e que estão em situação de pobreza receberão um número maior de
profissionais", disse. Uma das prioridades será atender a região do Vale
do Ribeira, no sul do Estado. Conforme Padilha, até março, São Paulo deve
receber 2,5 mil médicos do programa.
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